Anahata - Quarto Chakra
- Apr 23, 2020
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Entramos na área central do Sistema de Chakras. O Chakra do Coração, ou Anahata, é nosso centro espiritual, nosso núcleo, o ponto que consolida as energias de cima e de baixo, por dentro e por fora. Anahata, em sânscrito, significa "sem ferimentos", "destemido", "fresco" e "limpo". Quando este chakra está livre de pesar de velhas dores, sua abertura é honesta, pura e luminosa. Se o terceiro chakra, Manipura, desempenhou seu papel, é mais fácil aceitar nossas circunstâncias, e sua batalha é substituída pelo reconhecimento.

O trabalho do nosso Chakra do Coração é unir e harmonizar os diferentes caracteres de nossa essência. Ao fazê-lo, traz um sentimento radiante de totalidade a todo o organismo. À medida que espírito e matéria se interpenetram, Shiva e Shakti se reúnem no coração. Na dança interminável da criação, o amor reflete por todo o ser, garantindo a estabilidade que permite que o universo continue. Transcendemos nosso ego e nos elevamos em direção a algo mais significativo, mais profundo e mais confiável. Esse chakra é o centro do amor, mas o amor que experimentamos em seu nível é distinto daquele encontrado em nosso chakra sacral. O ultimo é sexual e apaixonado; a presença de uma pessoa em particular estimula o desejo. No Anahata, o amor é separado do estímulo externo, embora seja sentido por dentro como um estado de ser. Dessa maneira, ele se expande, trazendo amor e empatia para o que quer que surja em nosso campo. Diferentemente da natureza dinâmica do segundo chakra, com suas paixões efêmeras, o amor do coração é constante, atemporal e eterno. Seu elemento é o ar, o menos denso de nossos elementos físicos até agora. O ar simboliza liberdade, abertura, frescura, leveza, simplicidade e suavidade. O ar indica espaço, o que realizamos ao deixar ir. Por fim, o ar denota a respiração, o processo vital pelo qual nossas células são mantidas vivas. Abrir o chakra do coração exige uma mistura de técnica e conhecimento. Primeiro precisamos entender e ver o mundo através de seus relacionamentos, o que une as coisas e as mantém assim. Requer compreensão e aplicação do equilíbrio entre mente e corpo, reinos interior e exterior, eu e outro, dar e receber - uma transcendência do ego, permitindo-nos render-nos a forças mais significativas que o eu. Finalmente, a abertura do chakra do coração implica uma compreensão e controle da respiração, os meios para a transformação física e mental.
Você pode continuar sua Jornada dos Chakras, com essa prática focada no Anahata Chakra:



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